| Quando se lê a poesia da Ana, várias imagens se formam no nosso imaginário e vários adjectivos se perfilam como se atropelando por não se saber que hierarquia estabelecer : desde a sensibilidade, passando pelo sempre eterno amor até à humildade e profundidade dos seus sentimentos…
Na poesia sentimos a cor, o ritmo, a luminosidade, os horizontes sem fim cheios de beleza e esperança que ela bebeu em Angola, terra que a viu nascer : « É ´Africa a correr-me nas veias / E o meu coração bate forte / com a cadência e ritmo / dos tambores da minha te ... |